Gerenciamento de crise envolve todos os setores da comunicação

o expertise está nas mãos dos comunicadores

Ter uma empresa é, em uma base diária, gerenciar bônus e ações interessantes, mas ao mesmo tempo, crises. Nesse sentido, a comunicação integrada faz diferença para que a imagem do negócio permaneça sempre positiva.

Quem explica essa questão é o CEO e fundador da agência QUANTA Marketing, Paulo Paniago. “O gerenciamento de crise é uma área que abarca o institucional de uma empresa, pois é a imagem dela que está em jogo. Quem administra isso com a estratégia certa são os profissionais da comunicação”, avalia.

A ferramenta deve ser incentivada como algo focado na manutenção de relacionamento com públicos de interesse em momentos de crise. “O planejamento das ações de comunicação para que as empresas precisam ser capazes de minimizar os problemas ou mesmo evitar as crises”, elucida. Isso quer dizer que o alinhamento dentro e fora da empresa deve ser total. “Hoje existem vários níveis de gerenciamento de crise, e a empresa precisa prever que essa necessidade eventualmente existirá”, diz Paniago.

Nas redes sociais

Hoje um grande exemplo de gerenciamento de crise aplicado ocorre nas redes sociais, onde o usuário insatisfeito ou satisfeito com um serviço tem total liberdade de opinar sobre um produto. Outro ponto de ruptura é a questão da viralização de crises. Se a empresa não toma a atitude mais positiva para gerenciar um deslize, todo o problema dobra de tamanho e vira uma “bola de neve”.

Por isso, o departamento de comunicação saberá exatamente como gerenciar qualquer problema. Nas redes sociais, quando uma empresa é positiva e sincera em suas atitudes, sempre é notada como uma empresa disseminadora de boas práticas, gerando resultados positivos em situações antes problemáticas. “Gerenciar crise não é fácil, mas o expertise está nas mãos dos comunicadores, como a QUANTA Marketing”, conceitua Paulo.

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